domingo, 28 de fevereiro de 2010

A BUSCA DE MIM MESMA... OU A PROCURA DE...

Segundo alguns amigos virtuais meus, e não àqueles que já comeram um prato de sal comigo, mas que mesmo assim tenho estima muito grande por todos e por cada um deles. Eles colocaram assim: Segundo Osho, devemos deixar de buscar as coisas... Mas como assim? Será que quando paramos nossas buscas, as coisas virão até nós? Pode ser que sim, pela força da atração que existe entre todos no Universo. Mas penso também que Jesus nos ensina sempre a buscar: Buscai as coisas do alto... Buscai e encontrarei... Buscai... Buscai... Então penso eu... A quem eu quero seguir: Jesus ou Osho. Àquele a quem considero Senhor e Deus? Ou a um simples filósofo ou líder espiritual? De minha parte, ainda prefiro continuar a buscar. Somente, ou melhor, tão somente porque Jesus me ensinou a viver assim. Seguir Jesus requer de nós tomadas de decisões diárias. Sempre penso naquilo que Pe. Pedro Cunha nos ensina, sua decisão pode mudar o curso do universo. Sei que cada opinião nossa muda o mundo e a maneira de ser e agir de alguém, dos mais próximos aos mais distantes.
Essa busca de mim me leva a tantos caminhos, atalhos e coisas que jamais pensaria em conhecer.
Esta coisa do inconsciente coletivo... Vivo isso intensamente. Já não sei como fazer para ser quem eu sou, ou distinguir até onde esses meus pensamentos são meus ou de outros. Pensamentos genuínos, originais, isto ainda não os possuo. Minha mente é sempre preenchida pela mente de Cristo e dos cristãos. Ou pela mente dos homens e seres de boa vontade. Entende o que quero dizer? Não tenho os tais pensamentos originais e genuínos que teimamos em buscar. Se falo, penso ou faço algo, sempre sei estar sendo dirigida pelo coletivo e não pelo pessoal.
Talvez este caminho seja o correto para que eu possa chegar ao pensamento pessoal. Meu pensamento e não nosso pensamento. Mas ao mesmo tempo, questiono-me: Se é para amar como Jesus amou, sonhar como Ele, pensar como Ele, então se temos os mesmos pensamentos e sentimentos de Cristo, deixamos de ser genuínos e originais? Boa pergunta esta, que me faço todo santo dia de minha vida.
Mas e se... Eu nunca conseguir ser genuína em relação a quem eu sou... Ser sempre cópia, mas se for cópia do Senhor a quem amo, estarei errada? Será que se eu for para perto do Deus Pai sendo assim, e estando neste estágio que cheguei de maturidade, eu não estarei bem na fita? Sei lá...
Só sei que... Nada sei... Disse alguém algum dia assim. E eu confirmo.
Abraço. Lourdes Dias.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

REVISTA 30 GIORNI/ 30 DIAS.


Li isso nesta revista: 30 giorni- 30 dias.
Escrito em: É, se opera, de Dom Luigi Giussani.
“O sentimento amoroso é como um rio caudaloso, não dá para guardar suas águas em diques. Elas acabam extravasando.”
Nessa relação eu-tú ou eu-Tú,ou seja, relação eu com o outro e eu com Deus. O mistério da pessoa é do amor compartilhado, ultrapassa, extrapola a nossa compreensão e o nosso raciocínio lógico.
É uma experiência: Subjetiva, interior, espontânea, intuitiva, inexplicável e indefinível.
Pode-se expressar objetivamente: pela fala, pela declaração de amor, por um gesto, por um olhar, por um sorriso, por um toque, um símbolo, um presente, uma flor...
Pode assumir dimensões: sociais, comunitárias, públicas, casamento, amizade, que podem ultrapassar o tempo e o espaço.
QUANDO QUEREMOS RACIONALIZAR demais e explicar tudo pela ciência ou teologia, acabamos por quebrar o encanto, a magia e o fascínio.
Sentir a presença e a ação de Deus Pai acontece num momento: único, original, não programado, inesperado, surpreendente (ÁGAPE). É um MISTÉRIO.
Pode acontecer:
- Em qualquer lugar,
- Em qualquer cultura,
- Fora das tradições religiosas,
- Dentro de tradições religiosas.
SEMPRE NA VIDA.
“Desabrocha o senso crítico, compromisso com o social, postura ecumênica, reverência e respeito pelo diferente.”
Achei isso muito interessante!
Penso que isso acontece assim e desse jeito, mas nós só podemos falar de coisas que experimentamos e como vivo essa experiência em nossa Igreja Católica e dentro de Suas Tradições, não posso garantir que isso aconteça em outras, embora saiba que o Espírito Santo, mesmo que queiramos fazer muito isso, NUNCA PODE SER APRISIONADO. O querer achar que Deus só opera nesse ou naquele lugar é levar Deus à mediocridade.
Por isso respeitar o outro em suas crenças e tradições, é bom e eu gosto. É bom e Deus gosta muito disso.
Quereria que Deus operasse e agisse assim em todos, sejam eles de quais crenças forem, pois essa experiência eleva nossa dignidade, nos torna dignos de quem realmente somos: Filhos de Deus.
Paz e bem! Lourdes Dias.
I

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

"SENHOR, NÃO ME DEIXE JULGAR UM HOMEM SEM QUE EU TENHA ANDANDO DURANTE DUAS LUAS COM SEUS MOCASSINS" - Prece de um índio Navajo


O que significa isso?
Somente nós sabemos onde nossos sapatos apertam, não é mesmo?
Então se somente nós sabemos onde estão nossos calos e feridas. Feridas e calos conseguidos devido as longas caminhadas por diversos caminhos. Muitas feridas em nossos dedos dos pés, que dóem e somente nós sabemos quanto. Dizem as bailarinas e as pessoas que desfilam, com suas sapatilhas e sapatos bicos finos, que elas sorriem mesmo que seus pés chorem... rsrss. Interessante isso! Pois é... Vemos seus sorrisos, mas não sabemos quanta dor estão sentindo.
Esse índio é cheio de sabedoria.
Acredito que se andarmos somente alguns minutos, ou segundos, com alguns sapatos de nossos amigos, já experimentaremos o quanto sofrem em sua caminhada, nem será preciso andar luas, ou horas, ou dias.
Penso que deixaremos de julgá-los imediatamente. Nem ousaríamos fazer isso, ao compreender a dificuldade que eles tem para caminhar com tais sapatos, ou até sem eles. Pois tem gente que nem sapato tem. Enfrentam a caminhada com seus pés descalços. Coisa horrível, quando o caminho é cheio de pedras.
Conclusão: NÃO JULGUE NUNCA!
Lourdes.

BUSCAR AS COISAS DO ALTO.


"Busque primeiro o reino de Deus (paz, amor, justiça, santidade, verdade) e tudo o mais vos será acrescentado."
Buscar as coisas do alto não significa buscar coisa que façam de você uma pessoa maior ou melhor que as outras, nada disso.
Jesus, tendo todo o poder em suas mãos e às vezes se via tentado a usar isso em seu favor, mas deixava de lado e recomeçava. Mesmo tendo poder sobre a natureza, sobre a mente das pessoas, de forçá-las a segui-Lo, se Ele quisesse, poderia, tinha toda a força para fazê-lo, mas preferiu, usar de sabedoria, bondade, doçura e amor para atrair as pessoas para o Pai, não para si mesmo.
A missão maior de Jesus além de nos salvar, era nos levar até o Pai. Embora Ele dissesse que quem me ve, ve o Pai. Ele deixou claro que o Pai é uma pessoa e maior que Ele. Deixou claro que o Espírito Santo também era outra pessoa espiritual, o consolador, o advogado.
Mas Jesus fazia um convite à seguí-Lo. A seguir seus passos, sem ir para a direita ou para a esquerda, mas seguir suas pegadas e assim não nos perderíamos.
Esse caminho nem sempre é fácil, mas quem disse que viver a vida realmente, é algo fácil? Não é fácil, nem para cristãos, nem para não cristãos. Viver não é fácil. Viver exige coragem, luta, labuta diária, isso sim é viver e não outra coisa, não se enganem. A vida só vale a pena se for vivida. Não sonhada, não somente aspirada, mas realizada. Vivida em atos concretos e isso não é lá nada fácil, concorda?
Viver a vida. Viver a alegria de andar na luz, é coisa difícil, mas possível.
Nem sempre consigo ou conseguiremos isso, mas tentar tentaremos, não é mesmo?
Desistir nunca. Sempre desista de desistir. rsrsrs
Abraço. Loaurdes Dias

sábado, 23 de janeiro de 2010

SEJA AUTENTICO


Os existencialistas definem autenticidade, como a um estado em que o indivíduo está ciente da verdadeira natureza de nossa condição humana.
Segundo o Cristianismo, todos nós somos santos e pecadores, essa é nossa condição, enquanto seres humanos.
INAUTENTICIDADE é quando a pessoa é IGNORANTE quanto a essa realidade ou a nega.
Existencialistas discutem normalmente sobre:
- o absurdo;
- a alienação;
- a angústia e a
- autenticidade.
A pessoa que não é autêntica ignora ou nega a realidade.
Em Matrix personagens que se aproximam da autenticidade são considerados: ansiosos, alienados ou à beira da insanidade.
O movimento para sermos autênticos e verdadeiros implicaria em: angústia, deslocação social e às vezes loucura.
A autenticidade pode vir ou não acompanhada de extrema ansiedade e desconforto.
Para os existencialistas, a maioria de nós não somos autênticos ou verdadeiros. Por que?
Por causa da resistência psicológica e doutrinamento social.
A existência humana contêm fenômenos que preferimos negar: a morte, o sofrimento, a falta de sentido para a vida. Aqui quero colocar um parênteses, não sei bem se Alexandre, o grande, disse sobre um velho sábio uma vez: se você não fizer tal coisa que mando, matarei você. E o velho nem se mexeu, por que? Ele não se importava de morrer, para ele o morrer ou o viver era a mesma coisa. Daí Alexandre disse: como matarmos alguém que está disposto a morrer? O que significa que nunca deveríamos ter medo de que nos tirassem a vida, tal qual esse sábio. Com certeza o destemor demolirá o coração daquele que estiver disposto a nos matar. Grande sabedoria de vida essa. Legal mesmo.
Aprendi. Rsrsrsrsrs.
Mas de volta a Matrix. Para sermos autênticos, precisamos aceitar todos os aspectos do ser humano, nossas fragilidades, nossa humanidade. É PRECISO CONHECERMOS A NÓS MESMOS nós podemos e devemos mudar o mundo dentro e fora de nós.
O autêntico, aceita o diferente. Aceita e compreende as coisas, mesmo que não combine com a maioria. O AUTÊNTICO É LIVRE. Mas a maioria das pessoas não está pronta para ser livre. As pessoas resistem a conhecer a verdade e renunciam a qualquer um que pareça procurá-la.
É importante para a maioria das pessoas pensarem do mesmo modo.
Por causa da inautenticidade ou da mentira uma pessoa que caminha para uma percepção honesta da condição humana perde o apoio dos outros, quando mais precisa dele.
O autêntico é visto como alguém que tem um desvio comportamental.
A autenticidade nos leva a um isolamento social. Esse período de TRANSIÇÃO para a autenticidade parece com sentimento de LOUCURA. Esse movimento que nos leva a autenticidade, representa e ao mesmo tempo é experimentado como um movimento para a insanidade, pois a compreensão alcança na autenticidade transcendente, Deus, o que é estabelecido como ¨normal¨.
O indivíduo que se aproxima da verdade, da autenticidade, não só parece louco para os outros, mas provavelmente se sente louco também.
Alcançar a autenticidade implica em aceitar que somos criaturas frágeis e finitas com total responsabilidade sobre nós mesmos.
A vida não autêntica alivia a ansiedade, mas não a destrói. A ansiedade surge da natureza de nosso ser. O único meio de destruirmos a ansiedade é se destruíssemos a nós mesmos.
Uma pessoa não autêntica encobre a verdadeira causa de sua insegurança e a atribui a causas mundanas, tipo: culpamos o trabalho, as pessoas, a falta de algum objeto, a falta de um status específico.
Imaginamos que se conseguirmos o emprego, o carro, etc., nossas inseguranças e insatisfações seriam eliminadas.
Infelizmente nós indivíduos não autênticos, vivemos correndo de nosso SER e ao mesmo tempo recusamos reconhecer a verdadeira causa da fuga.
O modo não autêntico de viver também tem a conseqüência negativa de limitar a liberdade de um indivíduo. Encobrimos nossa própria natureza limitada. Isto não aprendemos de Jesus. Ele nunca escondia o que pensava ou sentia.
Negam sua própria liberdade, não tem uma percepção genuína, verdadeira, de suas reais possibilidades. Não admitem a verdadeira extensão de sua escolha.
Exemplo: ao invés de aproveitarem a oportunidade de criarem a si próprios, assumem identidades pré-determinadas. Assumem papéis ditados por outros e não feitos por si mesmos. Não podem fazer escolhas verdadeiramente informadas ou autônomas, (faculdade de se governar por suas próprias leis), as tais leis do Espírito Santo, segundo acreditamos em nossa Igreja Católica Apostólica Romana. Se recusam a serem honestos sobre o verdadeiro estado das coisas, fazem escolhas que correspondem a seus papéis pré-determinados ao invés de escolherem por si próprios. Tirando a responsabilidade de seus atos. Esses indivíduos obtém um certo conforto, porém isso somente acontece à custa da PERDA DA AUTONOMIA PESSOAL.
Na autonomia (faculdade de se governar por suas próprias leis), teremos que aceitar certos fatos perturbadores. Ela nos leva a abandonarmos certas ilusões sobre o mundo, não precisa nos induzir à loucura.
O SER AUTÊNTICO faz escolhas genuínas e nos leva a uma espécie de SERENIDADE e apreciação existencial. A existência é um DOM perfeitamente LIVRE. É uma plenitude que o homem nunca pode abandonar: DENSA – PESADA – DOCE (o existir, o viver).
Aceitar a verdadeira natureza da existência nos leva a pararmos de fugir e começarmos a viver.
Viver o dia-a-dia, sem justificativas e sem desculpas.
Embora a existência não seja tudo o que queremos, mas só nos sufoca se insistirmos que seja diferente do que é.
Se abrirmos mão dessas expectativas, podemos ver as coisas como elas são.
A autenticidade representa uma abertura para nós mesmos. A VERDADE DE NOSSA EXISTÊNCIA É SÓBRIA.
Bem, aqui está alguns dos pontos de vista deste livro. Aliás, gostei demais de lê-lo. Não assisti o filme, pois achei-o complexo demais para mim, mas a partir da leitura desse livro, achei que as conclusões do autor tem muito de verdade, sob o meu ponto de vista, é claro. Você pode e deve ter pontos de vista diferentes e até contrários, tudo bem... Afinal a escolha é sua, não minha, né mesmo?
Seja autêntico e portanto mais feliz.
Abraço. Lourdes Dias.

domingo, 29 de novembro de 2009

COMUNHÃO DOS SANTOS E PECADORES: NÓS.


Há muitos anos atrás, tive uma visão esquisita, e por pensar que visão tanto pode ser coisa de nossa cabeça, quanto coisa da cabeça do Pai, e fruto da comunhão dos santos e pecadores, questionei-me: “Será esta visão humana ou divina?”.
Estava no quintal de casa e vi uma nuvem vindo e pairando bem em cima de minha casa. Olhei pra todos os lados e pensei: Deve estar tendo algum churrasco e a nuvem deve ser uma fumaça saída de alguma coifa ou chaminé. Mas que estranho está nuvenzinha pairar sobre meu telhado. Esquisito.
Daí alguns dias vendo e ouvindo o Dunga da Canção Nova pregando, ouvi-o dizendo assim: “Estou tendo uma imagem de uma nuvem pairando sobre um telhado de uma casa bem simples. E o significado disto é que o Senhor está conduzindo seu povo, tal qual Ele fazia quando o povo estava caminhando no deserto.”.
Gentemmm! Fiquei estática! Pois o telhado de minha casa e minha casa são bem simples e bem velhinhos, e ele disse justamente sobre isto. Poderia ser uma nuvem sobre uma cidade, um prédio de apartamentos, campos ou coisa assim, mas ele especificou direitinho, um telhado simples. Daí entendi o que nós cristãos vemos em comum. Esta verdadeira comunhão que alguns chamam de inconsciente coletivo. Outros chamam de transmissão de pensamento, dom de profecia... E muitos rótulos, mas de uma coisa tenho certeza, e isto acontece comigo quase que diariamente, estamos em comunhão de muitas formas. E como contra fatos não há nenhum argumento, tenho dito. Esta experiência foi muito especial. O Dunga só faltou falar o endereço completo. Rsrsrs... Coisas de pessoas que vivem a verdadeira comunhão.
Com Deus não se brinca e de Deus não se zomba. E o Espírito sopra onde, quando e em quem ele quer. O Espírito Santo de Deus é livre.
Portanto nada de criticar os que querem fazer o bem. Os que querem fazer comunhão dos santos e pecadores, como somos todos nós. Todos nós temos um cadinho de cada, concordam?
Deixem o povo profetizar. Deixem o povo orar em línguas. Deixem e respeitem a ação do Espírito Santo livre. Nada de quererem criticar ou aprisionar o Mesmo.
Abraço materno. Lourdes Dias.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A QUEM QUERO ALIMENTAR?


Concordo com este pensamento oriental, de que trazemos em nós duas realidades: o bem e o mal, e que a partir de um ato de vontade, posso alimentar um ou outro. A decisão é nossa.
Penso que de verdade todos temos em nós lobos e ovelhas, mas devemos pensar a quem nos estamos alimentando em nosso interior. Estamos alimentando lobos? Ódio, ira, discórdia, infidelidades, fofocas, ciúmes, inveja...? Ou estamos alimentando o amor. O amor que É paciente, bom, tudo crê, espera, suporta, como nos diz a Palavra de Deus. Penso que a vida não é somente um grande jogo onde perdemos e ganhamos muitas jogadas, a cada dia, também isso e assim, mas a vida é feita de experiências concretas. Acredito que tudo acontece de dentro pra fora. Tomo a decisão e sigo o caminho proposto.
Você não sabe o caminho a seguir? O da vida oras bolas... Dê uma olhada no Antigo e Novo Testamento e saberá com muita clareza o caminho a seguir. Ou melhor, O Caminho... Garanto-lhe que se você se decidir, já que a decisão é sua e ninguém pode tomá-la por você, então se decida a ser feliz. Decida-se pelo amor. Decida-se pelo Bom Pastor e por ser uma de suas ovelhas. Não pense que pelo fato de tomar esta decisão sensata você será como vaquinha de presépio, nada disso, e muito pelo contrário, você vai experimentar uma liberdade que jamais ninguém e nenhum outro mestre poderá lhe oferecer.
Aquele que falou e provou tudo o que falou, não iria mentir em relação a estas coisas da liberdade, concorda? Se Alguém foi tão livre a ponto de tomar a decisão de DEIXAR-SE PREGAR NUMA CRUZ, por amor a nós. Mas tomou esta decisão livremente, pois poderia não fazê-lo, mas amou tanto a você e a mim que este amor foi maior que todo seu pavor e dor diante do sofrimento proposto, Ele sabia que O Amor venceria como venceu, pois Ele morreu, mas ressuscitou como disse. Então?
Quem você quer alimentar o Amor ou o ódio e a dor?
A DECISÃO É SUA...
Abraço fraterno. Lourdes Dias.