sábado, 5 de junho de 2010

SER OU NÃO SER: EIS A QUESTÃO.




O comum nos dias de hoje, é esta busca de nossa identidade, e a preocupação da perda da mesma.
Perguntamos com muita freqüência: o que sou eu ou quem sou eu?
Em que me tornei? Ou como me tornei naquilo ou naquela que sou hoje?
Simples... simples... simples...
Sou uma filha amada e querida por Deus. Não é simples?
Mesmo que alguém ou alguns não me quisessem, ou seja lá quem for, ainda não me queiram bem, Deus o Sumo bem me quer e muito. Ele me quer bem e muito bem. Então? Choro por que?
Se sei quem sou para Deus? Que me interessa o que penso sobre mim ou quem pense o que sobre mim. Não importa. Nãoooo importaaaaaaa!!!!
Na verdade queridos, o que importa é o que Deus pensa sobre mim. E Ele o Bem Supremo, espera e pensa sempre o melhor sobre eu e você. Creia nisto. Mesmo que o mundo ou as pessoas ao seu redor, teimem em querer fazer com que você se sinta um nada. Não acredite nisto! Isto é uma ordem! Creia em Deus e somente Nele.
Deus desejou você e ainda deseja você.
Deus amou você e ama você, desde sempre.
Deus o criou para algo grande.
Deus o criou para o amor e para amar.
Para O AMOR.
Deus o criou para Ele: O AMOR.
O Amor com “A” maiúsculo. Com todas as letras garrafais e maiúsculas, isto Ele e eu posso lhe garantir.
Ser simplesmente e tomar consciência de quem você é: filho (a) amado(a) de Deus faz a grande diferença.
Quanto aos seus pecadinhos? Pe. Hugo Greco nos dizia: Deixe os seus pecadinhos pra lá e ame a Jesus. Deixe pra lá. Enterre seus pecados, bem enterrados. Deixe de se preocupar com eles. Pecados confessados, são pecados perdoados, hoje e sempre.
Viu quem é você? Viu quem sou eu?
E a partir de assumirmos isto, as coisas entrarão nos eixos, aquilo que for caos deixará de ser e passará a ser apenas um desdobramento de você enquanto pessoa, seja lá o que isto signifique aos olhos do Deus Amado, do Deus Amor.
Abração fraterno, materno, terno. Lourdes Dias.

RELIGIÃO: O PIO DO POVO E NÃO...


Acabei de ler isso em Lola entrelinhas, achei fabuloso e diz tudo o que penso: “Religião, não é o ópio do povo, mas o PIO do povo.” Essa foi demais!! Rsrsrsrs...
Interessante que tem pessoas que pensam isso mesmo, que a religião é para nos alienarmos da realidade, mas todos os ditos e tidos... Gostei disto... Ditos e tidos.... Tidos e ditos... Rsrsrsrs..., mas os nossos santos de altares, não tem nada de inebriados por ópio, ou seja lá por que droga for. A realidade de nossos santos é uma realidade nua e crua. Eles vivem por servirem aos que nada possuem, seja em relação aos bens materiais ou espirituais, e nada de alienação nãoooo... Arregaçam as mangas e com lágrimas e espinhos ajudam aos que nada tem.
Isso não é ser alienado, etezado, ou seja, lá, o nome que queiram dar a quem segue a risca aquilo que acredita. A religião nos ajuda a sermos civilizados, a olhar para o umbigo do outro, como costumo brincar, nos ajuda a deixarmos de olhar para nosso próprio umbigo, para olharmos para o do outro. Rsrsrs... Rio, porém nunca falei tão sério em toda minha vida.
Quem vive a experiência de uma religião sóbria e consciente, se torna uma pessoa surpreendente, mas veja bem, desde que viva isso. Não somente pregue assim, mas tente dar testemunho fiel de sua vivência.
E na verdade a Religião é o “PIO” de quem não deixam piar. A religião é a voz daqueles que não tem voz. E se sua religião não for isso e assim, então tá tudo errado, penso eu.
Legal: Religião é o pio... Ou o piu... piu... de nós, um povo sem voz e nem vez.
Abração a Lola e a todos. Lourdes Dias P.S.: escrito em 10/2009.

SOBRE PERDÃO E A QUEM DEVO PERDOAR?


Fiz parte da vigília em nossa última Aldeia de Vida, foi o “must”, tudo de bom e todo bem. Ficamos muito tempo diante do Santíssimo em adoração e intercessão. Adoração ao Senhor e intercessão pelo seu povo escolhido. Povo sofrido, aquele que é o preferido do Senhor, lembra-se? Ovelhas prediletas? Pois é... Foi por estas e outras que estivemos três dias em oração. Deus seja louvado por isto tudo. Para sempre seja louvado!
Lá me deram um papelzinho escrito o que Deus estava fazendo em mim naqueles dias. Na hora fiquei meio confusa. A palavrinha mágica era: PERDÃO.
Fiquei a pensar em quem eu deveria perdoar ou pedir o tal perdão.
Veio a minha mente quase que imediatamente: VOCE DEVE SE PERDOAR E PERDOAR A DEUS. Puxa!!! Quanta ligeireza mental, rsrsrs...
Daí chegou como por encanto ou providência, essa eu acredito mais, mas chegou às minhas mãos o livro A Cabana. Fiquei um pouco com preguiça de começar a lê-lo, mas depois de saber qual era o conteúdo, entendi imediatamente o processo que estava vivendo HOJE. Achei belo e fiquei grata ao Senhor por tamanha delicadeza, providenciar aquilo que eu precisava: o alimento, o pão de cada dia, o pão do dia de hoje.
Depois de conversar com minha terapeuta, vi que o milagre do perdão estava começando a se realizar EM MIM, a partir do Perdão maior que é o Senhor. O Sumo bem e o Sumo perdão, Aquele que me perdoa, e que nos perdoa sempre... sempre... Sabia que o Senhor estava querendo me ensinar como viver o perdão a partir disto: de perdoar meus pecados cometidos e perdoá-Lo pelas perdas, por pensar que permitiu ou que Ele mesmo tenha tirado a vida dos meus amados, de maneira tão ríspida e agressiva. Daí entender que Deus não nos tira nada. Quem tira as coisas ou nossos amados é o mal, este sim faz isto. Mas Deus é o Sumo e Perfeito bem, Ele somente permite que façamos de acordo com nossas próprias escolhas. Podemos escolher entre a vida e a morte, entre o bem e o mal. Se fizermos escolhas pelo mal? Deus nada fará quando a isto. A liberdade de escolha é algo intocável, diz o Senhor. Sois livres!
Mas este processo de cura através do perdão, dói um bocado, pois como posso perdoar a mim mesma, por tantas loucuras cometidas no passado e até nos dias presentes? Mas se acredito, e eu acredito, que ao confessar meus pecados ao sacerdote e portanto ao próprio Deus, sou imediatamente perdoada, como não me perdoar? Como ainda insistir em querer ser mais que o meu Senhor, que me perdoa sempre? Pois é... pois é... pois é... como é comum fazermos isto: não nos perdoarmos, querer ser mais que Deus, grande erro este, e coisa do maligno, penso eu.
Então? Que tal começarmos juntos a nos perdoar e perdoar a Deus, e somente a partir daí, possuirmos EM NÓS a capacidade de perdoar os nossos irmãos?
Este não é um caminho fácil, somente quando contamos com a graça, poderemos viver isto e assim, mas só chegaremos a esta meta e a este objetivo a partir de nossos passos em direção ao Senhor. Somente Ele poderá nos conceder esta enorme graça, que nos fará mais santos, com toda certeza.
Vamos caminhar juntos? Boa caminhada!
E que Deus nos abençõe, hoje e sempre.
Abraço forte. Lourdes Dias.

sábado, 15 de maio de 2010


ALCOÓLICOS DIFERENTE DE ALCOÓLATRAS.
Li não sei onde que alcoólicos são os doentes que normalmente já tem a pré disposição genética à doença do alcoolismo. Alcoólicos: doentes.
Alcoólatras: aqueles que têm no álcool ou na bebida o seu deus. Mas não são dependentes e nem doentes. Tipo uma idolatria.
Sempre penso em Jesus quando fez seu primeiro milagre em público. Era uma festa de casamento, onde se comemorava muitos dias, portanto vários dias de bebedeira. Quando o vinho acabou, e isso era vergonhoso aos noivos, Jesus resolveu fazer o milagre, transformou água em vinho. Seiscentos (600) litros de vinho, já pensou? Mas o interessante foi que Jesus fez isso quando a maioria dos convidados estavam bêbados. Por que Jesus fez isso? Será que Jesus não se preocupava com o alcoolismo, naquela época?
Eu se fosse Ele, pensaria assim: “Tá todo mundo bêbado. É ruim que vou dar mais bebida pra essa gente. Que bom que acabou o vinho, assim a festa acaba mais cedo e se os noivos ficarem envergonhados, isso também passará.” Não seria lógico esse tipo de pensamento? Mas já que os meus pensamentos não são os de Deus, Ele fez o contrário de tudo o que eu faria.
Minha família está acabando muito cedo por causa da doença do alcoolismo, daí eu tenho certas reservas em relação a isso. Você ver seus entes queridos morrendo por causa da “marvada pinga” não é lá muito legal, concordam?
Mas sei que se em minha família a pré disposição genética acontece, em casa é bom ter certos cuidados e evitar o primeiro gole é sempre bom... Porque depois do primeiro... Sempre vem os outros. Mas as festas são sempre regadas à cerveja. Aqui todo mundo tem dificuldade em parar no primeiro gole, coisa de falta de limites, ou de doença mesmo.
Penso que se somos pré dispostos o melhor seria não beber, mas e se somos sarados? Por que não? Naquele tempo a doença da época deveria ser o alcoolismo, pois a bebida fazia parte da cultura, e Jesus nem esquentava sua cabeça com isso.
Sei que tudo de mal sai de dentro de nós e que o que comemos ou bebemos não é o que nos faz mal. O mal ou a predisposição a ele está dentro de nós. Inclusive geneticamente falando. Pois o gen está em nós e não fora de nós. Portanto a pré disposição a essa ou aquela doença também está dentro de nós.
Então Jesus procurava curar de dentro para fora. Curar o mal pela raiz, ao invés de nesse caso, combater as conseqüências.
Mas nós que temos nossos doentes, sempre ficamos com um pé atrás em relação à bebida. Sempre. Gosto de beber, mas paro no primeiro gole. Ultimamente bebo mais cerveja sem álcool, já que gosto do sabor da cevada.
Mas em casa quase todo mundo bebe. Meus irmãos são artistas e seresteiros então dificilmente se livrarão da bebida. Dois deles já faleceram de cirrose e pancreatite, graças à bebida exagerada. Mas eles não querem curar-se, não estão pré dispostos a se curarem, então nada feito. Nem AA, nem orações, pois nem gostam de recebê-las, rezo a distância, pois sei que para Deus nada é impossível, mas Deus respeita muito nossa liberdade e nos entende também, eles não sabem como lidar sobriamente com suas dificuldades da alma. Cada um sabe onde cada coisa lhe aperta. Meus irmãos são sensíveis por demais. São lindos ébrios. Sabe a tal música? “Tornei-me um ébrio, e na bebida busco esquecer...” E coisa e tal. Eles cantam e são assim.
Abraço. Lourdes Dias.

terça-feira, 4 de maio de 2010

QUE ME IMPORTA SE NEM PAREÇA PÁSSARO...


O que me importa se ao final da missão eu nem pareça com um pássaro. O que importa realmente é terminar a missão. O que importa é ir, e ir até o fim.
Embora muitas vezes pense em desistir. Daí, sempre desisto de desistir. Rsrs...
Estava pensando nessa coisa de acabar algo começado, neste caso seria algo que temos que fazer,não importando como chegaremos no final: se inteiros ou aos pedaços. A missão passa a ser a coisa mais importante a ser realizada, mesmo que no final estejamos só o pó como dizem as pessoas.
Tem uma música que diz assim: Que me importa se a mula é manca. Rsrsrs... Ou seja, que me importa se a mula que vai me levar até o fim, é manca, ou se é um cavalo alazão, ou mesmo um cavalo de corrida? Importa é chegar. Importa o dizer: missão cumprida.
Nesse caso penso assim: que me importa se eu sou a mula manca, se sou o cavalo alazão, a águia, o coelho, a tartaruga... e assim vai. O que sou não tem a a menor importância, se sou rápida como o coelho ou lenta como a tartaruga. Se sou como um cavalo rápido de corrida ou uma mula manca, lentinha, lentinha... Nada disso é importante. Se vou montada no cavalo de corrida ou na mula manca. Se sou essa mula.. E daí? Eu quero é chegar. Minha meta é chegar.
Como pessoa em busca de santidade.
Como mãe e esposa.
Como filha.
Como pessoa de uma comunidade.
Tem pessoas que conseguem cumprir a missão até o final, outras não. Mas penso que querer isso é legal, o conseguir, depende não somente de nós, mas de uma ajuda de Deus.
Não sei se conseguirei chegar até o final, mas só sei que não raras vezes vejo-me como um pássaro sem pena, sem bico, sem pernas e sem asas. O que é horrivel! Sem asas! Imagine só, um pássaro impossibilitado de voar, é triste, não é mesmo?
Mas com asas ou sem elas, voando ou não... chegarei... chegaremos, se Deus assim o permitir. Texto do dia 05/09/09 - O título é de um texto de Dom Helder Câmara.
Abraço. Lourdes Dias

quarta-feira, 14 de abril de 2010

SEJA UM IDIOTA

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!
Arnaldo Jabor.
Arnaldo escreveu isto e assim. Em tudo eu somente mudaria o título para: SEJA FELIZ!. Isto se Arnaldo me permitir é claro. rsrsrs... Forte abraço. Lourdes.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

HISTÓRIAS QUE CURAM


Livro de Rachel Naomi Remen, Histórias que curam/Conversas sábias ao pé do fogão.
Tem muitas coisas interessantes neste livro, mas o que gostei mais foi que ela nos conta que o que na maioria das vezes o que nos faz buscar no divã do analista a resolução ou uma luz para nossos problemas, é que deixamos de fazer isso em família. Cada vez mais sentamos menos à mesa para podermos lavar a roupa suja, já que essa deveria mesmo ser lavada em casa e não fora. Mas como a modernidade nos faz ficarmos mais tempo na frente da tv e da net do que conversando com os nossos familiares, daí a grande dificuldade. Nunca colocamos nossas conversas em dia e diálogo ainda é algo fundamental para a sobrevivência seja de quem for.
Mas além desse fato dela ter presenciado que a falta de diálogo em família é causa de muitas doenças psíquicas e físicas, ela colocou o nome de uma doença que nunca tinha ouvido falar: SÍNDROME DA FADIGA CRÔNICA.
Conhece? Sabe que às vezes sinto que tenho isso? Por que não são poucas às vezes em que sinto-me tremendamente fatigada sem fazer grandes esforços ou grandes coisas. Exemplos: o fato de ficar na frente do computador escrevendo, já me fadiga. Quando acordo, inúmeras vezes acordo já muito cansada, como se já tivesse feito muitas e grandes coisas. O simples fato de varrer a casa, já é uma coisa fora de série, para mim. O que as pessoas às vezes chamam de preguiça, ou aquela é uma sangue suga, ou aquele é um chupim, pode ser somente isso, essa fadiga crônica.
Não sei se tenho essa síndrome, mas que tenho um cansaço muito grande, mesmo estando fazendo coisas que me dão imenso prazer, isso eu tenho. E se fosse somente com coisas que não gosto de fazer, já teríamos aí uma explicação, mas não é assim. Mesmo quando estou em lugares e com pessoas que me dão prazer em conviver, sinto esse cansaço e logo quero deitar e ficar em casa.
Fico uma grande parte de minha vida na cama. Faço alguma coisa e corro pra ela. A cama me olha sempre como esperando por ela e sendo sempre muito bem vinda.
Não sei se me acostumei a isso, ou se realmente meu metabolismo pede por esse tipo de vida.
Mas levo minha vida assim, sempre muito cansada. Mas não sei ainda como mudar isso. Faço o que posso e como posso. E é isso aí, e assim.
Se você se sente sempre assim, e sua família pensa que você é vagabundo ou coisa do gênero, analise-se e bola pra frente. Nada de desânimo. Embora pra nós as coisas nos pareçam mais difíceis, mas lutar faz parte, né mesmo?
E nesse livro histórias que curam, tem cada testemunho de vida M A R A V I L H O S O ! Essa mulher, de verdade é alguém fantástico. Uma alma belíssima.
Abraço. Lourdes.