segunda-feira, 17 de agosto de 2009

PERDÃO? SEMPRE...


Quantas vezes devo perdoar o meu irmão?
Quando alguém fizer algo de ruim contra nós, segundo Jesus, devemos perdoá-lo sete vezes, que na nossa linguagem significa, infinitas vezes, quantas vezes forem necessárias. Mas porque Jesus nos ensina assim? Porque Jesus conhece TUDO sobre Deus, pois Ele também é Deus, e não poderia ser diferente, e Jesus sabendo que Deus é Amor, e que o Amor tudo desculpa, tudo perdoa, Ele nos ensina a sermos mais parecidos com Deus-Pai, como assim? Perdoando como o Pai perdoa e nos perdoa.
Nós em nossa humanidade sempre pensamos na pena de Talião: “Olho por olho, dente por dente”, mas uma vez um sábio disse assim: Se sempre fizermos essa coisa de se tirarem um olho da gente, devemos tirar um olho do outro também, como vingança. Se tirarem um dente da gente, devemos tirar também um dente do outro. O que vai acabar acontecendo com a humanidade? Seremos todos sem dentes e sem olhos, e quando isso acabaria? Então Jesus que é o Sábio dos sábios, nos ensina que essa tal pena de Talião aí, é uma grande bobagem e só serve para nos destruir. E essa é a verdade. A vingança somente nos destrói e destrói o outro. A VINGANÇA É ALGO DESTRUTIVO DEMAIS. E nada de querermos isso. Bommmmm!!! Querermos até podemos querer, pois dentro de nós esse sentimento chega a ser quase natural, mas não devemos querer nos vingar dos outros. Ao contrário, retribua o mal com o bem, e verá como você e eu seremos muito mais felizes.
No Pai-Nosso, Jesus não nos ensina que devemos perdoar nossos inimigos, independente dele merecer ou não? Independente dele ter-se regenerado, ou não? Devemos simplesmente e somente perdoar e ponto. E pronto!
Essa é a medida que devemos dar ao nosso irmão, tendo-o como amigo ou não.
Penso ser muito difícil essa medida calcada de perdão, mas sei que isso é fonte de felicidade.
Sabendo por experiência própria que perdão não é sentimento, mas uma simples decisão nossa, e que isso não signifique que nosso coração ferido ainda não sangre diante das coisas que nosso irmão por ventura tenha nos feito. Mas com o coração sangrando ou não. Estando sentindo ainda ferver nossas veias quando pensamos nas coisas que nos fizeram, mesmo assim decidimos por perdoar. E todas as vezes que virem à nossa mente as coisas que tais pessoas nos fizeram, dizemos à nós mesmos, eu já o perdoei ou os perdoei por essas atitudes tomadas contra mim, que me feriram e me magoaram.
Sei ser tudo isso muito difícil, por experiência própria como disse, mas sei que é possível. E quando tomamos nota disso, de que mesmo sendo dificílimo podemos e devemos ter essa atitude diante dos que nos fizeram mal, e assim seremos muito mais felizes, afinal todos nós erramos ou tivemos pensamentos e atitudes erradas diante da vida e diante de certas circunstâncias, e nem por isso devemos desistir de corrigirmos isso e deixar que o perdão dos irmãos e de Deus, encham nossas vidas de alegria e de verdadeira alegria.
Somente assim seremos felizes.
O perdão diário é um grande exercício.
Não digo à você que consigo isso. Ou que sempre exercito isso, não. Muito pelo contrário. Sou cabeça dura e demora muito tempo para a ficha cair em minha cabecinha e tomar a decisão de perdoar, mas quando faço isso por decisão, fico muito mais leve, tranqüila, diante de Deus e de mim mesma.
Nem sempre ou quase nunca peço perdão pelos meus erros, mas uso da seguinte arma que temos: Peço ao Espírito Santo de Deus, que me conhece, e conhece o coração do irmão ao qual eu feri. Peço a Ele que vá até aquele meu irmão ferido e cure o seu coração. E não é que o Espírito Santo de Deus, faz isso mesmo? Mesmo que eu nem peça perdão pessoalmente a pessoa, por vergonha, ou até um pouco de orgulho, mas o Espírito Santo sabe que meu arrependimento é verdadeiro e ele cura o meu e o coração ferido do outro, isso faz de mim uma pessoa muito melhor. Por saber que Deus em Seu eterno Amor, me deixou um advogado tão santo que resolve minhas pequenas causas. Causas até pequenas e insignificantes aos olhos de outros, mas que significam muito para mim, e só Deus sabe disso.
Então??? Viu como é fácil? Se você se arrepende, como eu, de pequenas atitudes que magoam seu irmão, mas pede a Deus que corrija seus erros, o Espírito Santo faz isso ligeirinho e com grande alegria.
Pois saibam que desavenças e discórdias, não vem de Deus, e nem é de Sua Santa Vontade isso. Tudo isso vem de nossa humanidade e até mesmo do maligno. Do inimigo de Deus e nosso. Esse tal semeia a discórdia e ainda nos diz que é algo impossível de ser resolvido.
Grande bobagem! E a bobagem maior ainda é que acreditamos nisso: na impossibilidade de tal erro ser resolvido.
Bobagem! O que é difícil para nós é facílimo para Deus.
Nosso Deus é o Deus onde todas as coisas são possíveis de serem resolvidas e de uma maneira calma, clara e tranqüila. Esse é o nosso Deus Amado.
Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado.
Amém.

O DOM DE CIÊNCIA: DOM DE SABER O QUE ESTÁ NA MENTE DAS PESSOAS, EM SEU SUBCONSCIENTE.


Esse dom é fantástico, penso eu. Fico pensando em Jesus, quando algumas pessoas queriam apedrejar Maria Madalena. Jesus que sabia tudo e sabe tudo da vida de todos, qualidades e defeitos, pureza e pecado, Ele sabia dos pecados daqueles que queriam apedrejar aquela mulher tida como pecadora pública.
Uma vez eu li, não sei onde, que talvez, veja bem, talvez, quando Jesus abaixou-se para escrever coisas na terra, Ele escrevia os pecados de cada um que estava ali, para matar a mulher. Não sei se isso é verdade ou não, mas pode ser. Jesus conhecendo os nossos pensamentos sabe de todas as nossas dificuldades, nada lhe é oculto.
Assim também, alguns de nós temos esse dom. O dom de saber das dificuldades das pessoas. Mas estive pensando sobre esse dom, para normal ou sobrenatural, ou seja, lá o nome que se queira dar a isso, por que teríamos esse dom? Penso eu que não é um dom que devamos usar para expor as pessoas e seus pecados ou dificuldades, mas sim um dom como o de Jesus, usado para salvar e libertar o outro.
Sempre quis ser assim, quero que minha vida seja um livro aberto para todos e assim é. Mas penso que algumas páginas desse livro de minha vida, eu gostaria de apagá-las ou mesmo de rasgá-las se possível fosse, mas isso é impossível, pois faz parte de minha história. Os erros nos ensinam a não cometê-los novamente e isso nos deixa um tanto quanto humilhados, não o não cometê-los, mas o fato de termos cometidos determinados erros ou pecados. Mas voltando ao Senhor Jesus, Ele veio para nos salvar, não para nos julgar, muito menos para condenar. Então eu penso se alguns de nós temos o dom de saber o que vai à alma ou no subconsciente de nossos irmãos, qual seria a finalidade? Não seria para humilhar nossos irmãos, ao contrário, seria para expor seus pecados sim, mas com a intenção de que eles convertam-se, ou seja, deixem de praticar o mal e façam o bem. Corrijam-se de seus erros e nada mais que isso. Não somos mais santos e nem menos santos que ninguém. Somos pecadores públicos ou não. Ou seja, cometemos erros que todos sabem ou cometemos erros escondidos em nossos quartos, mas sempre cometemos erros. Sejam em pensamentos, palavras, atos ou omissões. Por nossa culpa e de ninguém mais. Ninguém é culpado por nós e por nossos erros, se temos a capacidade de discernir o certo do errado, devemos evitar o mal e fazer o bem, e se não o fazemos é por nossa culpa, nossa culpa e nossa máxima culpa.
Mas esse dom que nós cristãos chamamos de dom de ciência, é fantástico e ajuda-nos a levar as pessoas a serem curadas por Jesus, através dele, ou seja, através desse dom. Podemos usar esse dom para o mal ou para o bem, nós é quem devemos dar o destino a ele. Meus irmãos da Renovação Carismática, sempre usam para o bem, como Jesus o fazia.
Mas temos em nós um sentimento de julgar as pessoas quando descobrimos suas falhas, isso com certeza não é e nem vem de Deus, pois Ele nem julga e nem condena ninguém. Segundo o Pe. Jonas Abib, pessoas que julgam ou são muito duras, são assim consigo mesmas e com os outros, porque precisam de cura interior. Precisam ser curadas na alma, para poderem ser mais tolerantes e pacientes com as falhas dos outros e com as suas. No fundo o julgamento vem do inconsciente, vem de não nos perdoarmos por sermos humanos e por cometermos falhas, como todo mundo normal faz. Pois todos nós erramos.
Mas aqui quero deixar uma coisa muito clara. Para uma coisa ser considerada pecado são preciso três coisas: entendimento, consentimento e vontade. Ou seja, entender aquilo como um mal, consentir em fazer o mal mesmo sabendo como tal e por fim, querer fazer isso conscientemente. Exemplo: fazer fofoca, ou falar mal de alguém, matar alguém na vida e na alma do outro, falando de suas dificuldades e falhas, se você entende que isso é mal, mas mesmo assim consente em fazer, tem vontade de fazer e falar o mal, isso é pecado. O ideal é morder a língua, pois é melhor arrancar um pedaço de sua própria língua a ficar falando mal da vida alheia e do seu irmão, concorda comigo?
Isso ou esse é um dos exemplos que tenho, mas existem vários outros que poderia citar como pecado mortal, ou seja, que mata a nossa alma e a dos nossos irmãos.
Outra coisa que aprendi com minha mãe: não falar mal de sacerdote, mesmo que ele tenha as falhas e erros, isso é lá com seu Senhor e não temos nada com isso, porque se o Pai mesmo os escolheu a dedo, quem somos nós para julgarmos qualquer falha ou erro deles, já que julgar está errado e é contrário a Lei de Amor de Deus? Nunca julgue seu sacerdote, antes reze por ele está bem? Aprendi uma coisa muito interessante, se algum sacerdote for muito duro na queda, peça a intercessão de São José, essa intercessão é infalível, pois São José por ser o pai de Jesus aqui na terra, ele tem um carinho muito especial pelos sacerdotes, e cuidará de seu Santo Padre, acredite nisso, vou ensinar-lhe uma bela oração, e muito antiga que aprendi com minha mãe, rezo em meus terços essa jaculatória, às vezes. Mas rezo muitas vezes pelos nossos padres, aí vai ela:
¨CONCEDEI-NOS SENHOR, POR INTERCESSÃO DE SÃO JOSÉ, NUMEROSOS E VIRTUOSOS SACERDOTES, QUE SALVANDO NOSSAS ALMAS, VOS GLORIFIQUEM. GLORIOSO SÃO JOSÉ, ROGAI POR NÓS. ¨
Viu que bela oração? Que tal assumirmos nesse ano sacerdotal, rezarmos essa jaculatória pela santificação de nossos santos padres, ao invés de falarmos e criticarmos, que tal rezarmos por eles? Acho essa idéia simplesmente genial. E podemos pedir essa intercessão de São José para todas as pessoas, basta somente trocar os sacerdotes pelo nome das pessoas que nós temos dificuldades e pedirmos a São José que rogue por nós. Se na hora da tribulação e dificuldade o anjo te valeu. Valei-nos São José.
Glorioso São José, esposo castíssimo da Virgem Maria, rogai por nós, que recorremos a vós, por tantos quanto a vós não recorrem, principalmente pelos inimigos de nossa Santa Mãe Igreja.
Amém.
Lourdes Dias.

COISAS DA VIDA...


Desculpem-me se às vezes me torno até cansativa, mas é que gosto de colocar as coisas em seus mínimos detalhes, talvez para provar a veracidade, a verdade de tudo o que escrevo, mas se isso cansar você demais, peço perdão, mas no momento só coloco as coisas como sei, posso e vejo. Então se você se cansar, que tal ler em pedacinhos? Boa idéia, não?
Mas não deixe de ler tá bom?
Hoje quero colocar uma experiência que vivi num consultório médico, na sala de espera. Estava eu lá no consultório do Guto, Dr. Álvaro Augusto, cardiologista em Lorena, e li uma coisa interessante, que ninguém nunca tinha me falado. Uma síndrome, ou sei lá o nome que se dá a isso, mas uma fase que todo estudante de medicina passa.
Dizem que todos os estudantes em medicina ficam um pouco hipocondríacos. O que é isso? Somatizam as doenças que estão estudando. Ou seja, na forma mais simples de dizer: sentem todo o mal estar referente aquilo ou aquela doença que estão estudando. Portanto sentem dores de cabeça, sentem sintomas de muitas doenças, isso porque eles pensam de verdade que tem as tais doenças em si mesmos, o que é mentira. Mas estive pensando em nós, autodidatas, quando estudamos as doenças do corpo ou da mente, você percebeu que sentimos em nós muitas vezes os sintomas dos males que estamos lendo ou estudando? Pois é... Isso é plenamente normal e totalmente explicável.
Vou contar a historinha que estava na tal revista que li sobre esse assunto de somatização.
Dizia que havia um estudante e ele estava sentindo todos os sintomas de uma determinada doença que eles estavam pesquisando na faculdade. Ele se queixou ao companheiro de quarto ou de sala. Disse que trazia todos os sintomas da tal doença, que talvez precisasse de tratamento, pois estava muito, mas muito doente. O companheiro, já sabendo dos tais sintomas estudantis, somente disse ao seu companheiro: Cara! Será que você está doente mesmo? Você não viu que está doença só atinge as mulheres? E danou a rir.
Mas que deve ter sido engraçado, deve. Pois não é que o jovem estava sentindo dores femininas, digamos assim, mesmo sendo homem? Pois é? Coisas de nossa mente. Peripécias de nossa mente. Ele de verdade sentia todo aquele mal estar da tal doença talvez até incurável: dores de cabeça e coisa e tal, com uma pequena diferença (KKKK) ele era homem e essa doença é de mulher. Pequena diferença e grande diferença.
Mas, resumindo... O jovem se curou imediatamente (rsrsrs), pois de uma coisa ele tinha certeza, a de que ele era homem e muito homem, então estava saudável, ou pelo menos aquele mal não era dele, nem estava nele, estava só na cabeça, entenderam?
Então se você sentir coisas esquisitas e pensar que são suas, muitas vezes não são. São coisas do seu passado. Coisas que sua mãe viveu na sua infância ou enquanto estava grávida de você. Coisas do inconsciente e que você pensa serem suas, mas que na verdade não são. Portanto reflita, se tal pensamento, sentimento e dores não estão diretamente ligados a coisas que alguém viveu e que você somente transferiu para você. Na maioria das vezes acontece assim. As tais TRANSFERÊNCIAS de tudo isso que coloquei para você.
Vamos tentar deixar de transferir para você ou para quem quer que seja, pensamentos, sentimentos ou sofrimentos que afinal de contas nem são seus?
Reflita sobre isso e pense: Será que tal atitude que tenho em relação a tais coisas não foram coisas que vi, ouvi de meus pais, amigos ou pessoas próximas e assimilei como sendo meus e na verdade não são?
Será que tudo o que penso são meus pensamentos de verdade ou ouvi isso de alguém? Ou aprendi isso vendo ou lendo de alguém. É interessante não sentir dores que são impossíveis para você sentir, por exemplo, as tais doenças que são próprias do sexo feminino ou masculino, mas que você teima em sentir, sendo que nem são suas, pois você sendo homem não poderia sentir tais sintomas e vice-versa.
Até que seria bom, do ponto de vista feminino, claro, se você se for homem, sentisse as dores de parto, seria muito interessante mesmo, pois quem sabe valorizaria mais sua mãe, mulher, esposa, ou o sexo feminino. Longe de mim, ser feminista (kkk), mas que seria legal se pudéssemos transferir algumas dorzinhas nossas, que seria, seria.
Mas como talvez isso seja impossível, o homem sentir dores de parto, então, ficarei somente nas coisas palpáveis.
Beijos maternos a todos!
Que Deus os abençoe e mostre Sua Verdadeira Face para você e livre você de todos esses males psíquicos que teimam em lhe escravizar, pois para sermos livres é que fomos criados à Imagem e Semelhança desse Deus, que é: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.
Tudo seja para maior honra e glória do nome do Amado Jesus.
Lourdes Dias.

SOBREVIVER É A LEI NATURAL


SOBREVIVER É A LEI NATURAL

Interessante quando penso em “sobrevivência”, vamos caminhar juntos, diante de meu raciocínio? Se você quiser, é claro.
Fiquei pensando no porque será que nossos filhos ou a gente mesmo, somos tão diferentes, uns dos outros, mesmo sendo gerados do mesmo pai e mãe.
Simples, cara! Tudo acontece para que o dom da vida aconteça da melhor maneira possível.
O processo seletivo natural acontece a partir das escolhas feitas ainda quando estamos EM nossos pais. Percebeu a palavra que usei? EM nossos pais, dentro de nossos pais, inseridos neles. Quero colocar aqui que nem sei direito o nome científico de cada coisa, mas vou colocar de uma forma bem leiga tudo o que penso. A partir do espermatozóide de nosso pai e do óvulo de nossa mãe acontece a concepção. Não sei bem se o correto disso é no plural, mas tudo bem. Mas a partir de partes de nossos pais, somos feitos. Acredito que nesse processo de busca do espermatozóide “certo”, digamos assim, para a procriação acontecer, o que for mais forte vence. O que aprendi é que são mil, milhões, bilhões ou sei lá que quantidade de espermatozóides vão ao encontro de um óvulo. Creio que aí acontece uma força transcendental de vida, que sai, uma tal energia, que sai do óvulo no sentido de atrair o espermatozóide mais “forte” e o mais forte se sente atraído por essa força tipo “gravitacional” ou de atração, ou seja lá o nome dela, uma força que impele um para o outro. Nem imagino de onde vem essa tal força, mas essa atração é que faz com que sejamos formados da forma que somos.
Não sei por que alguns de nós nascemos com problemas de formação, o que acontece com o óvulo de nossa mãe, que faz com que gerem filhos com problemas de formação, só sei que pela lei natural, todos nós deveríamos ser fortes e completos. Deve haver algum erro no percurso de tudo isso, para que nem todos sejamos assim, fortes e preparados para a luta da tal sobrevivência.
Mas tenho plena certeza que a finalidade primeira da procriação é gerar seres humanos fortes para sobreviverem a qualquer tempestade ou luta que a vida nos sugerir. O fugir da raia ou da luta não é próprio do ser humano, nós nascemos lutadores. Mas tenha a certeza que o fugir da luta também é uma maneira nem sempre correta, mas que pode funcionar para que continuemos vivos. Muitos de nós escolhemos a submissão ao invés da liderança, por quê? Para poder sobreviver a alguém ou alguma situação. Muitos esperam se fortalecer de alguma forma durante a vida, a escola maravilhosa da vida para poder combater as coisas ou pessoas que lhe fazem mal. As crianças têm esse poder: o de ficar bem na delas para poderem se fortalecer, ficarem adultos e aí sim, lutarem contra os seus adversários.
Muitas das vezes, segundo o livro: O seqüestro da subjetividade de Pe. Fábio de Melo, nós nem sabemos direito quem são nossos adversários. Às vezes pensamos serem eles os nossos pais, nossos amigos, pessoas que na verdade nos amam e que nos amam de verdade, mas que durante o processo de crescimento os vimos como quem nos querem o mal e não o bem. Ou seja, uma visão invertida do bem e do mal. Muitos de nós nos aproximamos do mal achando que lá está o melhor modo de sobreviver. Se nossos pais se mostrarem fracos durante a batalha, a luta pela sobrevivência, talvez procuremos batalhadores para ficarem do nosso lado ao invés de nossos pais. Batalhadores marginais e traficantes, fracos e não fortes, mas que a nossos olhos ainda são mais lutadores e mais fortes que nossos pais. Fazemos escolhas erradas muitas vezes, por termos visto de uma forma errada as coisas. Nem sempre o que nos parece fraco é sinônimo de fraqueza talvez seja a melhor forma que nossos pais escolheram para sobreviverem, por isso nossa parte como filhos e talvez mais escolados e sofridos pela vida, que nossos pais, devêssemos ser aqueles que os ensinam a como viverem melhor e a sobrepujarem seus medos e erros. Sobrepujarem ou vencerem é a palavra correta.
Muitas vezes nossos pais são crianças como nós e precisam aprender muitas coisas conosco, nossos pais não estão prontos e nunca ninguém está pronto. Aquele que pensa estar pronto é o que está mais inacabado, creia nisso. A prontidão que o evangelho nos ensina em seus salmos, é a prontidão do soldado, ou seja, estar sempre alerta quando for convocado para a batalha para a sobrevivência e não o estar pronto no sentido de acabado. Tem um a passagem bíblica que fala assim: “Meu coração está pronto, Senhor!”, mas essa tal prontidão é essa de que falei. Estar pronto para a luta da vida.
A vida é feita de lutas e batalhas diárias, nunca se engane se pensa nela de forma diferente, vai cair do cavalo como São Paulo, O Apóstolo, que caiu literalmente. Talvez ele tenha pensado que não precisaria mais lutar contra nada, que já era um vencedor e foi vencido pelo Vencedor Jesus. (rsrsrs)... Adoro pensar em Jesus, O Vencedor, mas olhe como Ele conseguiu vencer a vida, como um maldito, aquele que morre no madeiro, no lenho da cruz. Coitado! Pensamos nós, os fracos, que o tal Jesus, pois aqueles que pensam assim, nem conhecem, nem sabem verdadeiramente o quanto Jesus é forte, e foi forte, se fazendo um fraco como qualquer um..., talvez não tenhamos sido apresentamos a Ele formalmente e o conhecemos tão somente como um tal Jesus que tinha um poder celestial, e conhecia todas as forças cósmicas que um simples raio poderia destruir tudo a sua volta, mas ele é quem não quis fazer isso, ele é fortíssimo, mas não quis mostrar essa força. Aí está o fraco, Jesus, O fraco! Então muitas vezes confundimos fraqueza com fortaleza e vice-versa, por isso muitos se desencaminham na vida. Acham que um portador de uma arma, de um revolver é o forte e o desprovido de armas físicas é o fraco.
Pois saibam que nós, os cristãos temos uma arma fortíssima, O Espírito Santo de Deus. Não é canhão, mas tem esse efeito sobre as pessoas. Não é uma arma poderosa aos olhos de nós soldados, se O vemos com olhos humanos, mas é uma arma poderosíssima a olhos divinos. Essa é a grande diferença.
Quem sabe seus pais não são os possuidores dessa Arma. Arma do Espírito capaz de afastar de você todos os males.
Quem sabe a mãe que apanha de seu pai, não seja portadora da Arma do Espírito e da Oração e você a vê tão indefesa.
Ou quem sabe esse seja seu pai, ao qual você considera tão fraco e talvez ele seja de verdade, e quem sabe Deus fez de você um forte para ajudá-lo a não ficar na metade do caminho da vida, na batalha para a sobrevivência?
Pense bem!
Pense e reflita muito bem sobre isso, afinal não se esqueça que somos crianças como vocês, o que vocês serão quanto vocês crescerem, diz Renato Russo, muito sabiamente, em sua canção.
Pense bem!
Veja se você não está vendo as coisas pela lente errada e aqueles que você considera como sendo fracos são os fortes de verdade, pois sobrevivem até hoje. Meus pais são fortes, todos passaram dos setenta anos. Meus tios também, passaram dos setenta, mas como? Lutando é claro com TODAS AS ARMAS QUE PUDERAM E SOUBERAM, eles driblaram a vida e marcaram muitos gols, acreditem nisso, pois eu mesma vi quantas tempestades eles tiveram que enfrentar para poderem sobreviver e sobreviveram. Alguns viveram noventa e tantos anos, isso é sobreviver e viver. Viveram dignamente? Claro que sim. Vida com dignidade. Vida em Deus. Isso sim é que é sobreviver e viver dignamente. Uma vida indigna é aquela pela qual você nem se vê na dignidade de ser chamado de Filho de Deus, embora o seja com TODAS AS LETRAS GARRAFAIS E MAIÚSCULAS , preste atenção, você é um FILHO DE DEUS, ô bençõado... Bençoado??? Você sabia que você é um ABENÇOADO por Deus? Sim? Então por que você não vive como tal?
Pergunte-se, se você considera-se um abençoado ou bençoado como diria meus pais, por que não aceita essa benção? Por que você corre atrás da sobrevivência de forma errada?
Procure viver mais e melhor como meus parentes. Tenha vida longa com Deus, pois todo abençoado terá vida longa. Não culpe ninguém se você não fizer as escolhas certas, pois dicas são dadas à você todos os dias. Viva bem e intensamente.
Você vive assim? Você me perguntaria. Claro que ainda não. Ainda estou na lista dos fracos que ainda teimam em se esconder da luta. Sou covarde a meus olhos, não aos olhos de Deus. Ainda escondo-me para poder sobreviver, mas tenho certeza que aos poucos estou me expondo, e o fato de estar escrevendo sobre isso, para mim é o me expor. Estou em exposição e a disposição (rsrsr), para o que der e vier. O medo de nos expor é uma das causas que nos tornam covardes e perdedores, mas quem sabe não é também um subterfúgio para poder sobreviver a tempestade e isso já passou ou está passando.
O artista tem medo de se expor, embora essa seja a melhor forma dele ser um presente e se expressar melhor. Nós artistas para podermos sobreviver nos escondemos muitas vezes e talvez a vida toda e somente quando morremos para essa vida permitimos que outros nos exponham. Que bobagem! Deixamos de ser o que somos e vivemos uma vida medíocre por causa de nossos medos bobos. Mas como disse, tudo é uma questão de sobrevivência, acredito também que quando partimos para a luta, lutamos de verdade e de fato. Não somos covardes então, né mesmo?
Mas se alguns de nós decidimos por decisão própria a ficarmos na moita ao invés de irmos a luta, quem sabe não está na hora de ir para a frente da batalha, heim filho amado de Deus? À luta! À frente! Avante! Vamos todos juntos! Pois como diz a Canção Nova e é certo: JUNTOS SOMOS MAIS!
O pensarmos que o medo de morrer na batalha nos faz covardes e fracos é verdade, pois morrer morreremos com toda certeza, mas por que não morrermos lutando?
Vamos tentar isso, pelo menos?
Que tal minha proposta para o dia de hoje?
Só por hoje, prometo diante de mim mesma, de Deus e de meus irmão, prometo MORRER LUTANDO.
Palavra de escoteira (rsrs).
Que Deus os abençoe! E boa luta! E vença está bem?
Obrigada, meu Senhor e Deus, pois aprendi que todo ser quando volta a suas origens e pureza aprende a ser grato a Deus pelas maravilhas que é e que Ele é.
Lourdes Dias/05/08/2009-08:21 h.

MINHA VIDA SEM MEMÓRIA


Como seria nossa vida se não tivéssemos memória?
Eu estava assistindo sobre isso na TV e fiquei me perguntando se eu fosse a tal pessoa sem memória, como é que eu gostaria de ser tratada, ou como eu trataria tal pessoa.
Não sabia que existiam pessoas, ainda jovens, com essa falta de memória. Assisti há algum tempo atrás um filme que falava deste tema, mas não sabia que era embasado em fatos reais.
Mas, como seria ter que ser lembrada todos os dias de quem sou, do que fazer e do como fazer? Eu acredito que essas tais pessoas com esse déficit de memória são privilegiadas em certo sentido. Como assim? Se nós temos que viver um dia de cada vez, se temos que viver o aqui e o agora para podermos ser felizes, essas pessoas vivem literalmente essa condição, não porque queiram, mas porque não sabem como viver de outro jeito.
Uma coisa ruim, neste caso. Ruim, não! Horrível! Pois isso é não ter história, pois não sabermos quem somos, sendo que essa é a meta de todo ser humano, é não termos uma história. Todos nós nos perguntamos todos os segundos quem somos e de onde viemos, não é assim com você? Comigo sim. Pessoas com falta de memória não sabem quem são e nem de onde vieram. Não conhecem as pessoas que estão ao lado delas, não sabem fazer nada sem ajuda, falta-lhes autonomia. Em parte seria bom se perdêssemos a tal autonomia e deixássemos Deus nos orientar do como fazer as coisas, certamente erraríamos muito menos. Essas pessoas não possuem a tal faculdade de escolher, alguém tem sempre que dizer o que fazer e fazer escolhas o tempo todo por elas. Se vivêssemos assim em relação não as pessoas, mas em relação a Deus seria felicidade na certa. Mas nós queremos ser autônomos e às vezes nos culpamos pelos erros cometidos, mesmo que os tenhamos cometidos nos momentos de crises ou por estarmos doentes. Temos que ser responsáveis por nossos atos e decisões o tempo todo, e essas pessoas sem memória não são responsáveis por nenhum de seus atos. Mas pensem... Vocês gostariam de ser assim e de viver assim?
Com certeza a resposta seria não, não é mesmo? Quem gostaria de depender 24 horas literalmente de alguém? Mas essa dependência de Deus é positiva, talvez devêssemos desejar de todo nosso coração essa fé, essa dependência, mas quando vemos o que é ser dependente, algo em nós grita: INDEPENDÊNCIA OU MORTE! Ou seja, antes morrer que depender de algo ou de alguém, interessante filosofar sobre isso, agora filosofaremos juntos, pois eu também não sei como seria minha vida sem mim, sem memória, sem o meu “eu” que tanto amo (rsrsr), narcisista, heim????
Vida sem mim, vida sem o “eu”, parece-me vida doente, vida sem vida. Parece-me que vida sem memória é vida pela metade, pois parte de nós é feita de nosso subconsciente, de nossas memórias afetivas, sejam elas memórias positivas ou negativas. Mas penso que se fosse desmemoriada, gostaria que me fizessem viver a vida INTENSAMENTE e só isso. Viveria a vida cada dia, como se fosse o primeiro e literalmente seria assim, pois é assim que essas pessoas vivem. Viveria tudo intensamente, o mais intenso que pudesse. Não ficaria presa a querer lembrar do passado, já que para mim nessa situação o passado não existiria. Que bom, não é?
Tem gente que prega isso o tempo todo, esqueça-se de tudo, esqueça-se do passado. As pessoas com esse déficit vivem assim, sem lembranças de seu passado, nem se lembram que tem de comer, de tomar banho, de fazer pequenas coisas. Interessante, a vida assim, pela metade. Mas não teríamos que nos preocupar com o passado e nem com o futuro, pois no amanhã deveríamos viver como uma folha em branco, tal qual o Pe. Pedro nos ensina, viva a cada dia como se fosse uma folha de papel em branco, como um desmemoriado, seria isso?
Penso que viver assim nos torna mais livres, mas não gostaria de ser diferente do que sou. Gosto de ter memória. Gosto de pensar no passado e de como minha vida poderia ser diferente se tivesse posturas diferentes diante dela. Seria muito mais feliz, coisa e tal... Gosto de relembrar, e muitas vezes minha vida é feita de lembranças, mas gosto assim, não gostaria de não tê-las. Somos completos a partir de nossas lembranças passadas, de nossa história de vida, da história de nossos antepassados, de memórias da infância, da juventude e de memórias atuais, esse é o ser humano, e querer viver diferente disso é bobagem e não seríamos felizes, como essas jovens e pessoas não são felizes. Faltam-lhe algo essencial para a felicidade: LEMBRANÇAS.
Então que tal procurarmos deixar para trás somente as coisas negativas e ruins, que de algum modo nos ensinam, mas não nos deixarmos nos entristecer por elas, mas somente tê-las como aprendizado para não cometermos o mesmo erro, pois segundo minha mãe: ERRAR É HUMANO, MAS PERMANECER NO ERRO É BURRICE, e ninguém quer ser taxado ou rotulado de burro, não é mesmo?
Então tentarmos deixar o erro para trás é bom, mas o tentar esquecer de tudo é mal, por isso Deus que é perfeito, nos deu uma memória sadia, não a todos, mas à maioria de nós, para que possamos ser felizes. Que bom Senhor que tenho uma memória boa e saudável, que possa me lembrar de todas as coisas que vivi e que ainda viverei.
Cure Senhor se essa for Sua Vontade, às pessoas que têm problemas de memória, reative suas memórias e lembranças, para que vivam uma vida por inteiro.
Obrigada, meu Senhor e meu Deus! Nosso Senhor e nosso Deus, nós lhe amamos, viu Senhor? Amamos o Senhor intensamente, receba nosso amor não tão fiel quanto o Seu, mas recebe-o, por favor.
Obrigada!
Lourdes Dias. Que bom que sei quem eu sou e até sei meu nome, não me esqueci... (rsrssr) sorrisos de alegria, esses são risos de alegria e contentamento pelas pequenas coisas e coisas tão simples, como o simples fato de saber quem eu sou, que sou Lourdes, e que sou alguém e que não me esqueci disso.
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado.
Amém.

A MÃO QUE BALANÇA O BERÇO.


Estive pensando muito sobre isso: como fazemos nossas escolhas para casarmos?
Tive várias respostas: pela aparência, posição social, inteligência, essas são escolhas superficiais, digamos assim.
Existem outras escolhas: pelo instinto, por gostar do cheiro da pessoa, coisa do inconsciente, coisa do ser humano natural ou animal.
Mas no aspecto afetivo, como fazemos nossas escolhas?
Cheguei a muitas conclusões pessoais, depois de ter lido muito sobre isso.
Penso que a mão ou as mãos que balançam nosso berço, são as responsáveis por nossas escolhas.
Exemplos: nossos primeiros amores são nossos pais e na ausência deles, as pessoas que cuidam de nós: babás, pessoas das creches, parentes próximos, como nossos irmãos, coisas assim. Sejam lá quais forem as pessoas que cuidaram de você e de mim, essas são as pessoas que nos marcarão pelo resto da vida e serão responsáveis por nossas escolhas, sejam elas certas ou não.
Se temos pais mais ou menos equilibrados, escolheremos parceiros assim, bem parecidos com eles, digo pais mais ou menos, pois não existem pais e pessoas equilibradas. Todos nós erramos, e todos nós trazemos algo de desequilíbrio ou fora de ordem em nós mesmos. Ninguém é perfeito, graças a Deus, pois que chato seria conviver com pessoas perfeitas. Alguns são perfeccionistas, e esses também não são muito fáceis da gente ficar perto, mas tudo bem. Nada de mudar de assunto, rsrsrs.
Penso nas mãos que balançaram meu berço. Filha de pais de muitos filhos, muitas gestações, quatorze gestações, contando com a minha e quatorze irmãos, sendo que depois de quatorze filhos naturais, meus pais adotaram o Francisco Carlos, o décimo quinto.O que foi algo fantástico, diga-se de passagem. Meus pais tem alma generosa de verdade.
Quem balançou meu berço segundo me disseram foram meus irmãos: Izabel, a mais velha e João Bosco, mais velho alguns anos que eu. Se isso for verdade... Minha irmã mais velha passou a ser o centro de minhas atenções e afeto, e meu irmão de apelido Gatão, foi quem cuidou de mim. Então quais são minhas primeiras referências afetivas? Minha irmã e meu irmão.
Minha irmã formou minha personalidade. Era uma pessoa dura, chegava a ser até um pouco sargentona, digo isso brincando, porém sendo pura verdade. Ela substituiu em minha alma o perfil materno. Do lado paterno, se for verdade que o Gatão cuidou de mim, aí está toda a explicação da escolha de meu companheiro. Como somos parecidos em nossos relacionamentos, eu e meu irmão gatão, daí veio a resposta que tanto buscava.
Conclusão: aqueles que cuidaram de mim, ficaram tão marcados em meu subconsciente que minhas escolhas se fizeram a partir daí. Muito interessante!!! Agora fico pensando do porque dessas escolhas e quando é que nos tornamos divididos e esquizofrênicos em nossas vidas? A palavra esquizofrenia vem de divisão. Divisões em nosso ser, divisões em nossa mente e alma. Divisões em nossa capacidade de escolhas. Vem daí! Não fazemos escolhas conscientes, mas sim a nível do inconsciente e muitas pessoas que caem em si parece que já é tarde para fazerem a escolha certa, pois já fizeram suas escolhas e pagaram preços talvez altíssimos por isso.
Mas e as crianças e bebes criadas por creches? Pois é... É algo para gente pensar bem. Lá em creches nem sempre são as mesmas pessoas que embalam nosso berço. Lá temos pessoas de todas as cores, digo, de todas as raças, religiões, formações morais diversas, e é nesse ambiente que deixamos nossos bebes. Podem até serem pessoas muito capacitadas, mas o bebe precisa de cuidados especialíssimos e isso não pode ser dado devido ao número de crianças. São muitas as crianças para serem cuidadas e por melhores profissionais que sejam, nunca saberão cuidar do bebe como os pais o fazem.
Lá muitas vezes são maltratadas ou não é dado as crianças o cuidado que nós enquanto mães, por pior que sejamos, procuramos dar a nossas crias, digamos assim. O cuidado maternal que é próprio de nossos instintos naturais. Numa creche, por melhor que ela seja, a criança não é única. O que é uma pena. Pois bebes precisam de amor. Precisam de colo, muitas vezes precisam do colo e seio materno, e babás, nunca poderão dar o seio, a não ser que estejam amamentando também, né mesmo? Então? Quando a criança somente quer ser amamentada e colocada ao colo, mas você tem mais algumas dúzias delas querendo o mesmo, o máximo que pode acontecer, é que uma seja a privilegiada, com o tal colinho e as outras ficam chupando o dedo, literalmente falando. Pois chupar o dedo, sempre significa falta de algo que não sabemos o que é.
Então, o quanto as mães trabalharem fora, pode não ser benéfico para nossas crianças. Nossa autonomia tem um preço muito alto para nossos filhos. Daí nossos filhos tornam-se rebeldes e nem sabemos onde está a causa. Tornam-se drogados e queremos respostas. Onde foi que erramos?
Essa é uma das dicas: saiba: quanto pequenos precisamos de todo tempo disponível de nossas mães e na ausência delas, o tempo disponível de alguém. Esta disponibilidade e carinho, ao cuidar de nós, formará nosso caráter e nossa personalidade. Sei que não existe perfeição, mas o tentarmos criar nossos filhos o mais sóbrios, em ordem e equilibrados possível, é nossa missão mais importante enquanto pais. Sei que algumas doenças vêem de muitas causas, aqui só expus uma delas, mas existem vários fatores que nos levam a cometermos erros na criação de nossos filhos.
Como consertar isso? Muita oração de cura interior. Muita psicanálise ou acompanhamento psicológico e sobretudo e o mais importante, mostrar a eles o quanto os amamos e quanto procuramos acertar em nossa missão de educá-los. Mostrar que erramos por não haver quem nos mostrasse a luz no fim do túnel. Está em tempo de mudanças. O importante é a qualidade do tempo que damos a nossos bebes. Mas enquanto bebes eles precisam de QUANTIDADE e QUALIDADE de vida. Coisa que nós enquanto pais temos a OBRIGAÇÃO de dar. Se somos pais, é para que possamos dar TODA NOSSA VIDA e não PARTE DE NOSSA VIDA a nossos filhos.
Por isso pensem bem antes de ter filhos. Não é lá uma tarefa muito fácil e requer uma grande dose de sacrifícios, por amor a eles. Abrir mão de sonhos e realizações pessoais é uma das coisas que devemos estar dispostos a fazer por eles.
Afinal eles não pediram para nascer, não é mesmo? Então! Mãos-à-obra. E boa sorte!
Somos filhos amados do Pai. Devemos amar assim nossos filhos também. Como somos cuidados e amados por nosso Pai Celeste.
Amém? Amém.
Lourdes Dias
29/07/2009: 07:11 horas.

CATEQUESE...


PRECEITOS DA IGREJA CATÓLICA:
1. Participar das missas nos domingos e festas de guarda.
2. Confessar-se ao menos uma vez cada ano.... (só isso).
3. Comungar ao menos pela Páscoa da Ressurreição... (só isso)
4. Jejuar e abster-se de carne, quando manda a Santa Mãe Igreja, isto é, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira santa.
5. Pagar o DÍZIMO segundo o costume, ou seja, segundo suas posses.

OBRAS DE MISERICÓRDIA CORPORAIS:
1. Dar de comer a quem tem fome.
2. Dar de beber a quem tem sede.
3. Vestir os nús.
4. Dar pousada aos peregrinos (visitantes).
5. Visitar os enfermos (doentes).
6. Libertar ou visitar os prisioneiros.
7. Enterrar os mortos.

OBRAS DE MISERICORDIA ESPIRITUAIS:
1. Dar bom conselho.
2. Ensinar os ignorantes.
3. Consolar os aflitos.
4. Corrigir os que erram.
5. Perdoar as injúrias ou calúnias.
6. Sofrer com paciência as fraquezas de nosso próximo.
7. Rogar a Deus pelos vivos e defuntos.

PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO:
1. Desesperação de salvação.
2. Presunção de se salvar sem merecimento.
3. Negar a verdade conhecida como tal.
4. Ter INVEJA dos dons que Deus concede a outros.
5. Obstinação no pecado... continuar pecando sabendo que é um mal.
6. Impenitência final.